Pollon apresenta suas propostas na região norte do Estado

Na região norte, Pollon diz que suas propostas não são só sobre armas

O advogado Marcos Pollon, reconhecido nacional e internacionalmente como especialista na legislação que permite acesso as armas no Brasil, esclareceu, em visita aos municípios da região norte de Mato Grosso do Sul, que sua candidatura para Deputado Federal, não tem como proposta apenas a pauta das armas.

Trata-se de um amplo projeto que atende a saúde, educação, segurança e agronegócio, além do direito a legítima defesa armada. A iniciativa partiu do Deputado Federal, Eduardo Bolsonaro, que “me lançou um desafio. Por isso ele esteve três dias em MS, e por isso recebi o número 2222, duas vezes o do Presidente Bolsonaro”, esclarece Pollon.

Na segurança, a proposta é dar suporte jurídico, político e financeiro para as polícias, de modo que a sociedade civil organizada possa levantar recursos para melhorar a atuação. “Conheço projetos que deram certo em outros estados, onde fuzis, viaturas e outras coisas são levantadas pela própria população para que a polícia tenha acesso a equipamento adequado pra fazer o seu trabalho”, exemplifica.

Na fronteira, por exemplo, Pollon considera que “estamos perdendo a guerra para o tráfico, com as facções se infiltrando nas cidades pequenas, tirando a paz dos moradores, com membros do PCC em Camapuã, até porque no trecho entre Bandeirantes até Chapadão do Sul não há fiscalização.”

Na saúde, pretendemos conclamar a sociedade civil organizada, a construir 4 macro hospitais para desafogar Campo Grande e melhorar o atendimento para todo sul-mato-grossense, “assim como foi feito em Barretos, interior de São Paulo”. Um em coxim, outro em Dourados, em Três Lagoas e um na região do pantanal.

No agronegócio, “a nossa pretensão é ajeitar a infraestrutura do Pantanal, de modo que facilite o acesso dos investidores, inclusive para trabalhar com ecoturismo, setor muito promissor naquela região e que deve ser incentivado sim.”

Ainda para o campo, Pollon trabalha para mais incentivos fiscais ao setor do agronegócio, bem como proteção e segurança jurídica ao produtor rural, de modo que ninguém ameace sua propriedade e ele possa trabalhar tranqüilo e com uma menor carga tributária.

Ele falou sobre a vontade do Presidente Bolsonaro viabilizar uma fabrica de fertilizantes em Mato Grosso do Sul, e projeta que isto irá facilitar a vida de todo produtor rural: do estado e do Brasil.

Outro problema do agronegócio e a falta de mão de obra qualificada, “outra pauta nossa, esta relacionada à educação. Pretendemos criar em todo estado escolas técnicas, escolas agrícolas em pontos estratégicos para fomentar a mão de obra especializada”.

Na Educação, a meta é implantar o maior numero possível de escolas cívico-militar e também escolas de tempo integral. “Além de acolher os estudantes do ensino fundamental, vamos resolver a necessidade alimentar dessas crianças, uma vez que nas escolas terão seis refeições”, projeta Pollon.

Amizade. No setor de infratestrurura, Pollon vai trabalhar para a restauração das rodovias. Muitas estradas são federais e ele pretende se valer da amizade que conquistou junto a família Bolsonaro. “Diferente de qualquer outro candidato, eu acredito que o mais próximo do Eduardo Bolsonaro sou eu. A meu convite, ele ficou três dias aqui em nosso estado para expressar seu apoio a nossa candidatura. Essa amizade facilita o acesso pra trazer, os melhorias para nosso Estado”, garante.

Ele conta, também, com outra duas amizades influentes junto a Bolsonaro: a ex-ministra Tereza Cristina, em quem aposta para o Senado Federal nestas eleições, e seu primeiro suplente, o Tenente Portela, amigo pessoal do Presidente.

Pollon firmou compromisso especifico com os moradores da região norte: melhorar a infraestrutura da saúde, com hospital regional para Coxim; a educação, com escola cívico militar, e melhorar infraestrutura de turismo, com aeroporto em Rio Verde.