Encontro pela Liberdade reúne quase 50 mil

Encontro pela Liberdade reúne quase 50 mil em Brasília

 

 

No último sábado (09), aconteceu na Esplanada dos Ministérios, em Brasília (DF), o III Encontro Nacional Pela Liberdade, realizado pelo Movimento PROARMAS, que tem como presidente o pré-candidato a deputado federal por Mato Grosso do Sul, Marcos Pollon (PL). Estavam presentes aproximadamente 50 mil pessoas.

 

O evento foi marcado pela presença do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), líderes do movimento PROARMAS, deputados, vereadores, membros de clubes de tiro e também o deputado federal Daniel Silveira (PTB/RJ), além da sociedade em geral. Muitas crianças participaram do ato com seus pais, tudo em clima familiar e descontraído.

 

“A gente trabalha arduamente para falar que não é sobre armas, é sobre liberdade.  E aí fazemos um trabalho de articulação e produção de conteúdo o ano todo e dia 9/7 verificamos se as pessoas estão aprovando nosso trabalho e se estão entendendo o que estamos fazendo. E mais uma vez a gente se junta para lutar contra a lei mais terrível de armas, que é o Estatuto do Desarmamento”, explicou Marcos Pollon.

 

Já Eduardo Bolsonaro disse que luta para ter um país livre para os filhos. “O nosso compromisso não é com a vitória porque o futuro a Deus pertence e não tenho bola de cristal. Mas eu não quero daqui a 15 anos, se por ventura a gente voltar pra garra desses canalhas, olhar nos olhos dos nossos filhos sem condição de dizer pra ele que o pai dele fez tudo que era possível pra evitar que o país dele ficasse igual à Venezuela”.

 

O evento acontece todo dia 9 de julho, em alusão a Revolução Constitucionalista, que foi um movimento organizado pelo Partido Republicano Paulista (PRP), e que contou com apoio do Partido Democrático (PD) na oposição ao governo do presidente Getúlio Vargas.

 

A manifestação tem o objetivo de abordar as questões sociológicas e filosóficas que estão por trás das políticas de desarmamento e o que sustenta o direito de todo brasileiro ter acesso às armas de fogo. O direito a autodefesa, escolha e segurança são pilares de uma sociedade livre democrática e a missão do movimento é trazer de volta a liberdade.

 

Origem do 9 de julho

 

A Revolução Constitucionalista aconteceu em 1932 e recebeu apoio dos estados do Rio Grande do Sul e de Mato Grosso, que também estavam insatisfeitos com a forma autoritária de governar do então presidente Getúlio Vargas. Foi a partir desse sentimento que surgiu a mobilização.

 

A data ficou marcada então como feriado em 1997 por meio do Projeto de Lei nº 710/1995. Porém, o dia 9 de julho é considerado feriado apenas no estado de São Paulo. De acordo com historiadores, a comemoração foi criada como forma de resgatar o orgulho paulista.