Dourados lidera ranking dos índices de redução de crimes e deputados falam das ações da Segurança Pública

Relatório divulgado pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Mato Grosso do Sul (Sejusp) apontou Dourados liderando o ranking dos índices de redução de crimes contra a vida e contra o patrimônio. A informação foi repassada pelo deputado Barbosinha (DEM), em discurso na tribuna durante sessão de ontem (14).

 

Os dados comparam o quadrimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2018. “A redução também ocorreu num comparativo da década, ou seja, comparando 2019 com 2009, quando Dourados tinha uma população menor. Foram menos furtos, menos roubos. Foram 153 em 2019 e há dez anos foram 252. Lembro quando eu fazia faculdade por lá existiam cinco distritos policiais e hoje são duas delegacias, ou seja, mostra a eficiência da polícia”, considerou.

 

O parlamentar, que já comandou a Sejusp, argumentou que o diferencial de Mato Grosso do Sul é a integração entre as polícias Civil e Militar com a Federal e Rodoviária Federal. “Além dessa troca de informações, também temos um Conselho de Segurança ativo, um Poder Judiciário que colabora e sem contar o sistema de inteligência que dá ainda mais eficiência. Citando dois casos que evitaram o roubo de uma joalheria em Bonito e a morte de um agente em Caarapó”, destacou o líder do Governo na Casa de Leis.

 

O deputado Professor Rinaldo (PSDB), concordou. “Somos referência nacional em efetividade da polícia, que até extrapola limites de suas competências e fazem projetos sociais que levam cidadania a todos. Imagina se hoje tivéssemos a eficiência nas fronteiras estaríamos muito melhor, mas ficamos dependente de investimentos da União”, ressaltou.

 

O deputado Cabo Almi (PT) também elogiou a Segurança Pública. “Fui da pasta e também já fui vereador, diretamente em contato com o povo que pede segurança o tempo todo. Aqui é um corredor do tráfico. Nossa polícia é muito competente, mas ainda precisamos de mais investimento para sermos de primeiro mundo”, concluiu.

 

Barbosinha finalizou dizendo que 40% dos presos no Estado são ligados ao tráfico de drogas, que é de competência Federal e deveriam estar custodiados pelo Governo Federal, mas que isso ainda não ocorre, como já discutido em audiência pública na Casa de Leis

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